Uma agente funerária vendia corpos e entregava cimento em vez das cinzas às famílias.

A mulher está agora acusada de vender cinzas falsas e partes de corpos de forma ilegal e pode incorrer numa pena de 20 anos de prisão.

Megan Hess disse “assumir a responsabilidade”, já que “as famílias acreditam que [foi] além do indicado nos formulários de consentimento”, cita o The Daily Sentinel. “Passaram 53 meses desde que esta fantochada legal começou. 53 longos meses”, acrescentou.

A mãe de Hess que também estava envolvida no negócio acabou igualmente detida por vender partes de corpos sem o consentimento das famílias, assim como de falsas cremações. A duas venderam ainda partes de corpos a entidades dedicadas à investigação científica.

Ambas disseram estar inocentes de inicio mas acabaram por assumir as responsabilidades do crime e mudar o testemunho inicial.