Um filho ajudou o pai a dar contacto “pele a pele” a gémeos prematuros, na região escandinava da Europa. É prática comum e bastante recomendada naquela região substituir a incubação de bebés prematuros por um “contacto pele a pele”. Acredita-se que o contacto humano ajuda as crianças delicadas a recuperarem-se mais rapidamente do que no isolamento completo numa máquina.

É impossível não se comover com esta foto de um menino sem camisa ajudando o pai a oferecer aconchego aos seus irmãos gémeos prematuros. A foto foi capturada no Hospital Hvidovre, em Copenhague, na Dinamarca. O registo foi postado no Facebook pela NINO Birth Organization, com sede na África do Sul.

A legenda da foto dizia: “O contacto pele a pele não é prática ‘nova’, mas a Suécia certamente abre caminho para tornar esse cuidado familiar, mesmo para bebés muito pequenos. Eu amo essa foto do irmão mais velho ajudando o pai a cuidar dos gémeos!”.

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O contato pele a pele (CPP) é altamente incentivado na Suécia, onde bebés que pesam até 700 gramas podem ser acalentados pelos pais. Geralmente é realizado pela mãe, mas nos casos em que ela não consegue atender à criança, outras pessoas, de preferência membros imediatos da família, podem aquecer a criança. O menino da foto segura amorosamente o irmão adormecido, ajudando o recém-nascido a fortalecer a sua saúde e criando um vínculo que certamente perdurará por toda a vida deles.

Embora o contacto pele a pele seja uma prática bonita e clinicamente aprovada, os pais não devem insistir nisso para os seus bebés prematuros sem o consentimento e a aprovação de um médico. Alguns bebés podem ser muito frágeis para sair da incubadora. Fora isso, é uma prática adorável que deve ser incentivada em mais países à volta do mundo.