Uma jovem levou a irmã com doença prolongada ao baile de finalistas. Lana Nixon, tem três anos e tem um cancro na cabeça, mas ainda assim foi ao baile de finalistas da irmã e foi tratada como um princesa.

De acordo com o The Mirror, Neve, ela decidiu levar a irmã mais nova a esta festa de estudante para proporcionar um bom momento à criança.

Jovem leva irmã com doença prolongada ao baile de finalistas.

A decisão surgiu depois de saber que a menina sofria de um cancro na cabeça incurável: “Foi muito bom para nós podermos estar juntos como uma família e por a Lana poder fazer parte deste dia especial da irmã”, disse a mãe da menina.

Os pais de Lana deixaram de trabalhar para passar os últimos momentos da vida com a criança.

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Um conjunto de voluntárias criaram bonecos sem cabelo para crianças com cancro. Os vestidos coloridos já estão devidamente produzidos e enfeitam as bonecas que se alinham lado a lado. Amarelo, rosa, vermelho. As cores são inúmeras e os sentimentos também. Mas, claro, elas não se esqueceram dos super-heróis e as suas máscaras. O Batman também é presença garantida nessa fila de bonecos.

O projeto “Carequinhas” está a todo vapor e as crianças dos hospitais no Brasil serão devidamente presenteados com o fruto de um trabalho feito pleas “Mãos Solidárias”.

O grupo de voluntárias é responsável pela produção que se esmerou e pensou em cada detalhe. Além dos bonecos, que serão os presentes das crianças, cada uma irá receber ou um laço idêntico à sua boneca, ou uma máscara como a do seu boneco.

O Mãos Solidárias reúne hoje 43 voluntárias que têm como objetivo auxiliar no tratamento de crianças da região e a missão é levar a elas a alegria e o espírito por meio dos bonecos confeccionados por cada uma das mãos que formam o grupo.

A presidente Grasiela Cristofolini conta que a confecção começou ainda em agosto e, ao todo, serão entregues 250 bonecos – 125 bonecas e 125 super-heróis.

bonecos sem cabelo para crianças com cancro.

O projeto está no seu segundo ano. Além dos carequinhas entregues aos pequenos pacientes da oncologia, o grupo separa brinquedos para distribuir às crianças das outras alas dos hospitais.

“Nós vemos muita coisa difícil de ser vista, mas o sorriso deles quando recebem um presente como esse minimiza tudo por um instante”, lembra Andreia Karina da Silva, voluntária do grupo.

O presente personalizado é feito com muito carinho e com a intenção de auto-reconhecimento e para fazer com que cada criança sinta-se lembrada e que tenha a consciência da sua importância, garantem as voluntárias.

bonecos sem cabelo para crianças com cancro.

“Seria muito mais barato comprar algo pronto? Até seria, sem dúvida. Mas é muito diferente confeccionares algo pensando naquela criança, algo personalizado, algo que ela olhe e se reconheça importante”, ressalta Eliana Matheus Baumgardt, voluntária do Mãos Solidárias.

O investimento nos 250 bonecos pesa no orçamento do grupo, que conta com doações e acaba por dividir alguns custos entre as próprias voluntárias.

Eliana conta que a malha e a fibra foram doadas por empresas da região, mas ainda assim, as voluntárias tiveram de fazer um investimento para efetivar a produção.

“O que a gente tem de retorno compensa tudo. Compensa tempo, compensa cansaço, compensa investimento”, salienta Andreia.

Créditos: Jornal da Mooca