Um magistrado condenado a pena de prisão continua a receber ordenado. Falamos de Orlando Figueira, ex-procurador do Ministério Público.

Ele foi condenado em 2018 a uma pena efetiva de seis anos e oito meses de cadeia por crimes de corrupção passiva, branqueamento, falsificação de documentos e violação do segredo de Justiça no âmbito da Operação Fizz. 

Como recorreu da decisão, a execução da pena ficou suspensa na altura em que o recurso deu entrada no Tribunal da Relação de Lisboa. Em janeiro de 2019, Orlando Figueira escrevia uma carta à procuradora geral Lucília Gago a solicitar o reingresso na magistratura, alegando não ter meios de subsistência para viver.

No dia sete de dezembro de 2019, o jornal Açoriano Oriental avançava que o magistrado fora colocado no Tribunal de Execução de Penas dos Açores.

O jornal ECO questionou fonte oficial da Procuradoria-Geral da República, que confirmou a informação.