Marco Costa faz directa e oferece dezenas de tortas de laranja. Marco Costa marcou presença, na Feira do Livro de Lisboa, deu autógrafos a quem estava por lá.

Isto aconteceu poucas horas após vencer as Marchas Populares de Lisboa, onde apadrinhou, ao lado de Teresa Guilherme, a Marcha do Alto do Pina.

Em conversa com o Marco Costa, a revista Nova Gente encontrou-se no evento e o assunto não podia deixar de ser esse. «Não dormi. Estive até às nove da manhã no clube a festejar, mas sabe tão bem. Devolver o troféu que estava fugido é fantástico», começa por nos contar, com um grande sorriso no rosto.

Para o pasteleiro a sensação de vencer «é muito boa». Porém, o rosto da TVI garante que «a sensação já era boa antes de saber se ia ou não vencer, pelo grupo, pela marcha e pela história que a marcha tem». Radiante, revelou-nos ainda que foi «muito bem recebido».

A marcha do Alto do Pina teve Marco Costa como padrinho e nas tortas do pasteleiro marcaram presença. «Levei bolos para o Clube. Levei tortas para toda a gente, a sobremesa foi a minha torta. Levei também um bolo de Ferrero gigante», afirmou.

Os padrinhos ensaiaram durante meses, «todos os dias, das 21 à uma da manhã». «Cria-se quase uma família», disse o pasteleiro com orgulho.

Marco Costa desfilou como padrinho de uma Marcha, naquele que é um dos eventos mais marcantes da cidade de Lisboa e que trouxe às ruas da capital a centenas de pessoas: «Ser padrinho com a Teresa [Guilherme] tem um significado ainda mais especial. Eu fiquei conhecido num programa onde ela era a minha madrinha. Poder ser padrinho ao lado da minha madrinha é bom a triplicar, foi uma coisa fantástica», confessa.

A experiência de Teresa nestas andanças foi uma mais valia para o jovem. «Ela também é mais experiente, já tinha marchado e também já tinha vencido com a marcha do Alto do Pina. Ela puxou muito por mim, ensinou-me muito», conta. 

A mulher de Marco Costa, também esteve presente: «Não esteve no desfile porque era havia muita confusão e eram muitas horas. Assistiu a partir de casa, sempre a apoiar e a fazer vídeos. Também me ia dando o feedback das outras marchas, porque eu não conseguia ver. A Vanessa é uma pessoa que me dá muita força e que me apoia em tudo!»   

O pasteleiro afirmou que: «Sempre acreditei em mim. Se há oito anos gozavam comigo porque eu era pasteleiro, hoje em dia respeitam-me porque eu sou pasteleiro! E não fui eu que mudei, porque eu sou pasteleiro na mesma», refere.

«Eu tenho que acreditar no meu trabalho e eu persisto até conseguir. Graças a Deus estou bem, mas ainda quero estar melhor. Com trabalho sei que vou chegar onde quero», frisa.

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