“Nunca me senti besta, mas o meu percurso tem sido bestial”, afirmou Cristina Ferreira.

À conversa com Manuel Luís no programa ‘Goucha’ ela afirmou que “Vim para aqui em setembro, tive alguns programas, mas as pessoas não puderam sentir a Cristina todos os dias. A Cristina, que é a mesma, a mesma que regressa segunda-feira. Sabes porquê? Porque vou estar lá todos os dias”, disse revelando que a partir de segunda-feira vai estar de segunda a sexta-feira no ar.

Sobre aquilo de que teve de abdicar para vingar profissionalmente, Cristina revelou: “Para sobreviveres, tens de te tornar mais dura, mais fria. Tive de retirar algum afeto do meu trabalho. Para sobreviveres, tens de ser muito racional. A falta de liberdade é o que mais me afeta“.

A diretora de programas e entretenimento do canal de Queluz de Baixo falou das muitas críticas que recebe por ocupar o cargo que ocupa. “Se eu sou ambiciosa por chegar aqui, qual é o problema? Cheguei aqui por mérito. Eu sou a parola da Malveira e a saloia. O termo saloia, de quem me orgulho muito, foi muitas vezes usado de forma negativa”, explicou, lembrando que lutou para chegar ao lugar que ocupa na empresa.

A apresentadora confessou ainda que “Não pisei ninguém, fiz aquilo que o meu coração mandou e vou continuar a fazer. Eu nunca me senti besta, mas também não sei se sou bestial. Mas o meu percurso tem sido bestial”, confessou. “Eu ganho muito, muito mais do que qualquer português. Mas entrei aqui a ganhar 500 euros”, frisou Cristina Ferreira.